Voltaste a aparecer. Cruzei-me contigo na rua e o meu coração parou. Os meus joelhos fraquejaram mas não da maneira que eu gostaria. Não fraquejaram por amor mas sim por medo. Chama-me infantil e descabida mas dás-me borboletas. Mas não daquelas que voam dentro de nós quando mexem connosco. São aquelas que só ficam bem quando afogadas em vinho barato. Só te quero quando não estou sóbria. Quando não estou em mim e creio que preciso de ti. Não preciso. Fazes-me fraquejar mas não mexes comigo. Cada vez que apareces magoas-me. Desde a nossa primeira conversa que me dás emoções mistas. Sempre foste enigmático e inconstante e um tanto imprevisível. Talvez tenha sido esse o problema. Não me davas segurança. Fraquejavas e hesitavas sempre que era suposto dar um passo em frente. Deixavas-te consumir pelo receio. E não deixavas que a adrenalina se apodera-se de ti. Como consequência o conformismo apoderou-se de mim. E fraquejo quando te vejo porque a minha mente é invadida por todos os planos q…
Bem-vindo. Senta-te e põe-te confortável. Respira fundo. Lê-me. Por partes, ou por inteiro. Mas, já que estás aqui, desfruta. Desfruta de palavras que não vão embora com o vento e de sentimentos que ninguém te tira. Deixa-te levar. Não te contenhas. Perde-te comigo e fica o tempo que quiseres.